Este será um espaço de comunicação para eu divulgar as minhas poesias e fotografias, além de compartilhar com outros valores artísticos culturais.E assim viabilizar o acesso a arte àqueles que tem sensibilidade. Manuel Lima
domingo, 14 de agosto de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
Mudar é fácil, melhor é que é dificil
Dona Josefa, uma das moradoras do Bairro Laranjeiras,varria sua calçada como de costume. Eram sete horas da manhã quando o carro da propaganda passou na sua rua fazendo um anuncio que dizia.
"Atenção, senhores moradores do Bairro Laranjeiras, a presidente da Associação de Moradores Ana Rita, pede com urgência o comparecimento de todos na sede da Associação, logo mais às 20hs para tratar da segurança na comunidade."
Ela que fazia confusão com tudo o que acontecia no bairro largou a vassoura e correu para a casa da sua vizinha Tereza aos gritos.
- Mulher, tu ouviu o anuncio que a Rita fez, pedindo a nós que comparecémos na sede da Associação?
Josefa não deixou Tereza falar e tratou de despejar o seu veneno.
- O que ela quer com a segurança? Ela quer ser policial,hein? Não, ela vai ouvir poucas e boas.
Armou-se uma confusão devido ao comunicado que circulou nas ruas do Bairro. As pessoas fizeram um alvoroço, foi o assunto do dia.
A presidente da Associação chegou meia hora antes do combinado, mas já havia pessoas na frente da sede. Josefa que não entendeu o comunicado também chegou cedo, esta cruzou os braços, olhou para Clara que estava ao seu lado, e debochou.
- Lá vem o general!
Ana Rita deu boa noite, agradeceu a presença e o chamado dos moradores.
- Gostaria de comunicar a vocês que o assunto que temos a tratar é muito grave, é pertinente em todos os cantos do Brasil, e principalmente no nosso bairro Laranjeiras, que são as drogas.
Carlos um dos moradores e comerciante levantou o braço e perguntou.
-Dona Rita, o que nós temos haver com essa situação? Esse negócio de drogas não mudar em nada, nós vamos continuar na mesma. Os nossos jovens quando entram nesse mundo viram a cabeça, não percebem que é perigoso. E que nós podemos fazer pra mudar essa situação aqui em Laranjeiras?
-Eu sei que é dificil mudar essa realidade. Mas nós temos que trazer melhorias para o nosso bairro, como por exemplo, um posto policial que dê mais segurança aos moradores, palestras com especialistas como psicológos, e até os próprios policiais.
Solução todos nós temos, o dificil é fazer os governantes entenderem que o homem precisa mudar para melhorar enquanto cidadão. E que a dificuldade só existe quando não se resolve o problema.
Manuel Lima
"Atenção, senhores moradores do Bairro Laranjeiras, a presidente da Associação de Moradores Ana Rita, pede com urgência o comparecimento de todos na sede da Associação, logo mais às 20hs para tratar da segurança na comunidade."
Ela que fazia confusão com tudo o que acontecia no bairro largou a vassoura e correu para a casa da sua vizinha Tereza aos gritos.
- Mulher, tu ouviu o anuncio que a Rita fez, pedindo a nós que comparecémos na sede da Associação?
Josefa não deixou Tereza falar e tratou de despejar o seu veneno.
- O que ela quer com a segurança? Ela quer ser policial,hein? Não, ela vai ouvir poucas e boas.
Armou-se uma confusão devido ao comunicado que circulou nas ruas do Bairro. As pessoas fizeram um alvoroço, foi o assunto do dia.
A presidente da Associação chegou meia hora antes do combinado, mas já havia pessoas na frente da sede. Josefa que não entendeu o comunicado também chegou cedo, esta cruzou os braços, olhou para Clara que estava ao seu lado, e debochou.
- Lá vem o general!
Ana Rita deu boa noite, agradeceu a presença e o chamado dos moradores.
- Gostaria de comunicar a vocês que o assunto que temos a tratar é muito grave, é pertinente em todos os cantos do Brasil, e principalmente no nosso bairro Laranjeiras, que são as drogas.
Carlos um dos moradores e comerciante levantou o braço e perguntou.
-Dona Rita, o que nós temos haver com essa situação? Esse negócio de drogas não mudar em nada, nós vamos continuar na mesma. Os nossos jovens quando entram nesse mundo viram a cabeça, não percebem que é perigoso. E que nós podemos fazer pra mudar essa situação aqui em Laranjeiras?
-Eu sei que é dificil mudar essa realidade. Mas nós temos que trazer melhorias para o nosso bairro, como por exemplo, um posto policial que dê mais segurança aos moradores, palestras com especialistas como psicológos, e até os próprios policiais.
Solução todos nós temos, o dificil é fazer os governantes entenderem que o homem precisa mudar para melhorar enquanto cidadão. E que a dificuldade só existe quando não se resolve o problema.
Manuel Lima
Formações rochosas
sábado, 28 de maio de 2011
Ler é uma viagem!
Ler... viajar... imaginar
contar e recontar histórias.
Aprender com os livros
o sentido e o prazer
da leitura.
Manuel Lima
contar e recontar histórias.
Aprender com os livros
o sentido e o prazer
da leitura.
Manuel Lima
O Professor(a)
O professor(a) é cosciente do seu papel ao educar
as crianças e jovens,
quando proporciona a estes
um mundo mais digno,
um mundo com mais amor.
Um mundo sem agrssões físicas,
sem violência
e sem medo de enfrentar o próximo.
Sabendo que o amor contrói,
o amor muda o modo de pensar e agir.
O amor adoça a vida e nos tornam
mais capazes de perdoar.
Manuel Lima
as crianças e jovens,
quando proporciona a estes
um mundo mais digno,
um mundo com mais amor.
Um mundo sem agrssões físicas,
sem violência
e sem medo de enfrentar o próximo.
Sabendo que o amor contrói,
o amor muda o modo de pensar e agir.
O amor adoça a vida e nos tornam
mais capazes de perdoar.
Manuel Lima
Rita da Glória, a falsa donzela
Rita da Glória,a falsa donzela
Acompanhe essa história
que vou lhe contar
é a de Rita da Glória
que vive a lamentar,
por morar na favela
um humilde lar.
Preste bastante atenção
no fato que assucedeu,
foi na favela do Lixão,
em meio a ódio e raiva
que Rita da Glória
quase enloqueceu.
Era hora da janta
que a jovem se espanta,
e diz:- eu comer toucim!
não tem quem faça
esse troço querer
prefiro o meu fim.
Você não tem querer!
Diz sua mãe nervosa.
- Tá pensando o quê?
Que quer uma vida luxuosa?
Trabalhe pra melhor comer
e viver num mar de rosa.
Dizem que mulher bonita
tem muita imaginãção,
mas a quem acredita
que pode ser arte do cão.
mas será que Rita
vendeu o seu coração?
Uma semana se passou
do triste episódio,
e a vida de Rita mudou,
não tinha mais ódio.
Era comida boa todo dia
do jeito que a moça sonhou.
E a mãe de Rita perguntou:
- filha, o que faz na cidade?
- trabalho na casa de um doutor,
essa é a verdade
minha mãe querida,
foi uma amiga que arrumou.
De fato você é bonita,
essa é a verdade,
e eu fico preocupada
com os homens da cidade.
ouviu Rita
fique bem preparada.
Então veio a desconfiança
de dona Maroca
moradora da favela,
que fala da vida alheia
e faz fofoca
olhando pela janela.
Mulher tu viu
como Rita tá diferente?
Anda toda enfeitada
e bem decente,
mas a mãe coitada
parece uma indigente.
-Dizem que trabalha
lá na cidade,
foi a Maria que me contou.
Não sei se é verdade
essa história
mas é na casa de um doutor.
-Maroca tu tem razão
de tá desconfiada,
dizem que aqui no Lixão
até pra mãe ela mentiu,
pois tem homem na jogada
foi o boato que surgiu.
o caso de Rita
logo foi comentado
pelos becos e ruelas
de toda a favela,
e o segredo espalhado
como falsa donzela.
Ao saber que a filha fingia
a mãe ficou descontrolada
correu como louca
caiu no chão, deu agonia
até tirou a roupa,
foi pro hospital amarrada.
Ao saber da noticia
que sua mãe foi enternada,
Rita ficou preocupada
pela saúde de dona Sofia,
pois estava encrencada
pela sua rebeldia.
No leito do hospital
viu sua acamada,
chorava e queria seu perdão
pois se sentia mal,
e era culpada
pela grande confusão.
Fique você sabendo
que sou sua mãe
não sou uma qualquer
não devia ter fingido,
muito menos mentido
pra conseguir o que quer.
Eu não aguentava
viver naquele lugar
e totalmente infeliz,
via o que a senhora passava
pra nos sustentar,
me desculpe pelo o que fiz.
Eu acho que você sabe
o que é coração de mãe,
e que dentro dele cabe
o amor e a alegria.
Vamos apagar essa história
minha pequena Maria.
Essa é mais uma história
que passa pela cancela
e fica na memória,
seu nome, Rita da Glória,
a falsa donzela
que mora na favela.
Manuel Lima
Acompanhe essa história
que vou lhe contar
é a de Rita da Glória
que vive a lamentar,
por morar na favela
um humilde lar.
Preste bastante atenção
no fato que assucedeu,
foi na favela do Lixão,
em meio a ódio e raiva
que Rita da Glória
quase enloqueceu.
Era hora da janta
que a jovem se espanta,
e diz:- eu comer toucim!
não tem quem faça
esse troço querer
prefiro o meu fim.
Você não tem querer!
Diz sua mãe nervosa.
- Tá pensando o quê?
Que quer uma vida luxuosa?
Trabalhe pra melhor comer
e viver num mar de rosa.
Dizem que mulher bonita
tem muita imaginãção,
mas a quem acredita
que pode ser arte do cão.
mas será que Rita
vendeu o seu coração?
Uma semana se passou
do triste episódio,
e a vida de Rita mudou,
não tinha mais ódio.
Era comida boa todo dia
do jeito que a moça sonhou.
E a mãe de Rita perguntou:
- filha, o que faz na cidade?
- trabalho na casa de um doutor,
essa é a verdade
minha mãe querida,
foi uma amiga que arrumou.
De fato você é bonita,
essa é a verdade,
e eu fico preocupada
com os homens da cidade.
ouviu Rita
fique bem preparada.
Então veio a desconfiança
de dona Maroca
moradora da favela,
que fala da vida alheia
e faz fofoca
olhando pela janela.
Mulher tu viu
como Rita tá diferente?
Anda toda enfeitada
e bem decente,
mas a mãe coitada
parece uma indigente.
-Dizem que trabalha
lá na cidade,
foi a Maria que me contou.
Não sei se é verdade
essa história
mas é na casa de um doutor.
-Maroca tu tem razão
de tá desconfiada,
dizem que aqui no Lixão
até pra mãe ela mentiu,
pois tem homem na jogada
foi o boato que surgiu.
o caso de Rita
logo foi comentado
pelos becos e ruelas
de toda a favela,
e o segredo espalhado
como falsa donzela.
Ao saber que a filha fingia
a mãe ficou descontrolada
correu como louca
caiu no chão, deu agonia
até tirou a roupa,
foi pro hospital amarrada.
Ao saber da noticia
que sua mãe foi enternada,
Rita ficou preocupada
pela saúde de dona Sofia,
pois estava encrencada
pela sua rebeldia.
No leito do hospital
viu sua acamada,
chorava e queria seu perdão
pois se sentia mal,
e era culpada
pela grande confusão.
Fique você sabendo
que sou sua mãe
não sou uma qualquer
não devia ter fingido,
muito menos mentido
pra conseguir o que quer.
Eu não aguentava
viver naquele lugar
e totalmente infeliz,
via o que a senhora passava
pra nos sustentar,
me desculpe pelo o que fiz.
Eu acho que você sabe
o que é coração de mãe,
e que dentro dele cabe
o amor e a alegria.
Vamos apagar essa história
minha pequena Maria.
Essa é mais uma história
que passa pela cancela
e fica na memória,
seu nome, Rita da Glória,
a falsa donzela
que mora na favela.
Manuel Lima
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Podemos mudar sim,tudo é possível
O que fará o homem
no momento atual
para o desenvolvimento social
e sustentável do país?
Não se negar dos seus compromissos,
não ser omisso
nas suas ações e na cooperação
do engrandecimento de uma política
que dê mais credibilidade.
Não devemos só traçar planos
e deixá-los de cumprir.
Não devemos aglomerar pessoas
e não entendê-las.
Devemos sim,pensar que todos
buscam o melhor enquanto homem.
Para que no momento presente
possamos cuidar de nossos jovens
e fazê-los mais capazes.
Para enfrentarem a sociedade em que vivem,
e não torná-los adultos sem perspectivas.
No entanto é preciso criar meios e maneiras
de qualificá-los para o mercado de trabalho.
Agora, a sociedade civil
e os governantes tem que pensar na juventude
como um ser que pode aprimorar-se
antes mesmo de enfrentar
o primeiro emprego,
para não sairem frustrados
na primeira porta que se fecha.
O jovem não é algo distante,
é o momento presente
que avança com a tecnologia
e questões sociais
que não são resolvidas,
vendo que que há muito culpados
por não cobrarem com eloquência
dos nossos políticos
dos quais nós confiamos.
Para tanto, é preciso
erguermos a cabeça
e não termos medo
do possa nos acontecer.
Afinal, somos capazes
de mudar e desenvolver
a nossa cidade,
o nosso estado,
o nosso país.
Manuel Lima
O que fará o homem
no momento atual
para o desenvolvimento social
e sustentável do país?
Não se negar dos seus compromissos,
não ser omisso
nas suas ações e na cooperação
do engrandecimento de uma política
que dê mais credibilidade.
Não devemos só traçar planos
e deixá-los de cumprir.
Não devemos aglomerar pessoas
e não entendê-las.
Devemos sim,pensar que todos
buscam o melhor enquanto homem.
Para que no momento presente
possamos cuidar de nossos jovens
e fazê-los mais capazes.
Para enfrentarem a sociedade em que vivem,
e não torná-los adultos sem perspectivas.
No entanto é preciso criar meios e maneiras
de qualificá-los para o mercado de trabalho.
Agora, a sociedade civil
e os governantes tem que pensar na juventude
como um ser que pode aprimorar-se
antes mesmo de enfrentar
o primeiro emprego,
para não sairem frustrados
na primeira porta que se fecha.
O jovem não é algo distante,
é o momento presente
que avança com a tecnologia
e questões sociais
que não são resolvidas,
vendo que que há muito culpados
por não cobrarem com eloquência
dos nossos políticos
dos quais nós confiamos.
Para tanto, é preciso
erguermos a cabeça
e não termos medo
do possa nos acontecer.
Afinal, somos capazes
de mudar e desenvolver
a nossa cidade,
o nosso estado,
o nosso país.
Manuel Lima
sábado, 21 de maio de 2011
terça-feira, 20 de julho de 2010
O teatro é transformador!

Na cena o Grupo Lua Cheia de Teatro de Aracati-Ceará,que em maio de 2007 invade o Largo da Ordem, cidade de Curitiba,onde acontece uma movitada feira nos mais diversos artigos.Ocasião que participou da Vírgilia Internacional da AIDS.
Foto:Douglas Miranda
Saiba mais como Douglas e seus amigos ajudam as pessoas que estão com soro positivo,
a se recuperarem e levarem uma vida normal, visitando o sitio:www.grupoamigos.com.br
ou mande uma mensagem pelo e-mail:grupoamigosctbapr@hotmail.com
À Sombra de Uma Árvore
Meu coração se enche de luz a olhar as maravilhosas árvores que o criador plantou. E diante dessa imensidão quero dizer que desejo à sombra de uma árvore que dá abrigo, e não nega o repouso a quem se sente afrontado e cansado após enfrentar um sol escaldante.
Então, debaixo desta árvore abro os braços, sinto a brisa bater na minha face e digo: se é a mim, e a outros que dais abrigo, de certo modo procuro compreender, e não excluir o ombro que pode amparar-me para dar apoio. Assim, neste momento de reflexição e ordenamento de minha alma, empreste-me o teu ouvido, e a tua paciência, porque o teu coração, concertesa consegui chegar e fazer com que ele esteja voltado, não só para mim, mas para todos aqueles que a sociedade os despreza.
O teu colo amigo, é minha casa, a tua generosidade o irmão que me faz esquecer os problemas. Quanto ao teu calor humano posso dizer que é a cama na qual eu repouso e adormeço, no cansaço de um “NÃO” duro e cruel pelo desprezo da sociedade.
Eu não tenho culpa de ser o fruto podre que a sociedade e a comunidade plantaram e tão pouco quiseram colher. Também quero indagar: o que quer dizer fraternidade? Será que fraternidade é sinônimo de desprezo? Creio que não, creio que ser fraterno é fazer um gesto de amor, de ajuda mútua e carinho. Compartilhando as nossas virtudes na sensatez que há em todo cristão.
Nossa história amigo, não é uma fábula, muito menos literatura criada, mas uma história real, diante do que o homem foi predestinado. E a vida que tenho não foi inventada por mim, e sim, escrita a partir dos preceitos de minha família.
Manuel Lima
Então, debaixo desta árvore abro os braços, sinto a brisa bater na minha face e digo: se é a mim, e a outros que dais abrigo, de certo modo procuro compreender, e não excluir o ombro que pode amparar-me para dar apoio. Assim, neste momento de reflexição e ordenamento de minha alma, empreste-me o teu ouvido, e a tua paciência, porque o teu coração, concertesa consegui chegar e fazer com que ele esteja voltado, não só para mim, mas para todos aqueles que a sociedade os despreza.
O teu colo amigo, é minha casa, a tua generosidade o irmão que me faz esquecer os problemas. Quanto ao teu calor humano posso dizer que é a cama na qual eu repouso e adormeço, no cansaço de um “NÃO” duro e cruel pelo desprezo da sociedade.
Eu não tenho culpa de ser o fruto podre que a sociedade e a comunidade plantaram e tão pouco quiseram colher. Também quero indagar: o que quer dizer fraternidade? Será que fraternidade é sinônimo de desprezo? Creio que não, creio que ser fraterno é fazer um gesto de amor, de ajuda mútua e carinho. Compartilhando as nossas virtudes na sensatez que há em todo cristão.
Nossa história amigo, não é uma fábula, muito menos literatura criada, mas uma história real, diante do que o homem foi predestinado. E a vida que tenho não foi inventada por mim, e sim, escrita a partir dos preceitos de minha família.
Manuel Lima
Charlotte, uma pata sonhadora
Charlotte é uma pata que nasceu com uma plumagem muito bonita, ela vai do azul-marinho, e o branco por volta de suas asas, no pescoço um preto aveludado com cinza. É uma pata sonhadora e aventureira, nasceu no Sitio Sonho Encantado, uma propriedade do senhor Joaquim Gonçalves, este lugar é tranqüilo e afastado da cidade, longe da poluição, onde respirar ar puro é ter saúde.
Sua história começa assim: certa vez a mãe de Charlotte, a dona Zanú começou a botar ovos, e acarinhando dizia.
- Agora eu vou ter os meus filhotes como sempre sonhei. Farei um bom ninho para esquentá-los e ficarei até que eles possam nascer. Assim fez dona Zanú, como toda mãe dedicada, passou dias e dias protegendo os ovos. Até que finalmente o dia chega,e os patinhos começam a bicar os ovos,crac...crac...crac...com este afloramento da vida dona Zanú enchia seu coração de felicidade.
Dessa gostosa paixão de mãe nasceram quatro patinhos, e entre os quatro, havia uma linda patinha, que logo foi chamada de Charlotte. O que dona Zanú não imaginava e muito menos esperava era a reação desequilibrada do senhor Joaquim Gonçalves, em tirar os patinhos debaixo de suas asas. Mas como toda boa mãe, e guerreira, dona Zanú se armou com palavras para defender os seu filhotes e impedir que ele os tire, e faça uma maldade descabida.
Ele se aproxima com cara de mal. Fica calado se torcendo de um lado para outro. E dona Zanú meio desconfiada diz.
- Por favor, senhor Joaquim, não leve os meus filhotes, eu sonhei muito, mas muito por este momento. Agora quer arrancá-los de mim. Como se atreve a fazer esse ato desumano? Ele em cóleras olhou firme nos seus olhos e começou a vomitar palavras de desagravo.
- Olha aqui, sua pata velha!... Você pode gritar, chorar e até espernear, que eu vou tirar eles sim! E não esqueça que eu já fiz muito por você.
- Não, não é por mim, é pelos os meus filhos. E o senhor não tem o direito de fazer isso, eu sempre ouvi o senhor falando pelos quatro cantos desse sitio.” Eu amo a natureza,ela é minha vida.” Como pode abrir a boca pra falar que ama a natureza e agora quer destruí-la?
- Há momentos na vida que a gente enjoa rápido, pouco devemos gostar.
- Será que gostar é destruir o que chamamos de preservar? Não, isso não conta! Quem ama cuida, e quem cuida, zela pela sua vida, e a do seu próximo.
Por uns instantes o senhor Joaquim Gonçalves ficou em silêncio, baixou a cabeça e lembrou-se da grande bobagem que ia fazer com uma de suas criaturas.
- Peço que me desculpe, só agora me dei conta que estou sendo desumano, não sei o que passou pela minha cabeça assim que vi seus filhotes . A senhora tem razão, devemos sim, amar a quem nos ama, não maltratar a quem nunca fez mal para alguém, só nos dá felicidade e beleza. Por que destruí-la?
Feliz e aliviada, dona Zanú abriu as asas puxou seus filhotes para baixo de seu corpo.Enquanto o senhor Joaquim afastava-se do chiqueiro. Alguns dias se passaram, e a felicidade estava de volta no Sitio Sonho Encantado. E todos os dias senhor Joaquim era só cuidados.
Trecho do Livro Charlotte,uma pata sonhadora.Será destinado ao público infanto-juvenil.
Autoria: Manuel Lima
Sua história começa assim: certa vez a mãe de Charlotte, a dona Zanú começou a botar ovos, e acarinhando dizia.
- Agora eu vou ter os meus filhotes como sempre sonhei. Farei um bom ninho para esquentá-los e ficarei até que eles possam nascer. Assim fez dona Zanú, como toda mãe dedicada, passou dias e dias protegendo os ovos. Até que finalmente o dia chega,e os patinhos começam a bicar os ovos,crac...crac...crac...com este afloramento da vida dona Zanú enchia seu coração de felicidade.
Dessa gostosa paixão de mãe nasceram quatro patinhos, e entre os quatro, havia uma linda patinha, que logo foi chamada de Charlotte. O que dona Zanú não imaginava e muito menos esperava era a reação desequilibrada do senhor Joaquim Gonçalves, em tirar os patinhos debaixo de suas asas. Mas como toda boa mãe, e guerreira, dona Zanú se armou com palavras para defender os seu filhotes e impedir que ele os tire, e faça uma maldade descabida.
Ele se aproxima com cara de mal. Fica calado se torcendo de um lado para outro. E dona Zanú meio desconfiada diz.
- Por favor, senhor Joaquim, não leve os meus filhotes, eu sonhei muito, mas muito por este momento. Agora quer arrancá-los de mim. Como se atreve a fazer esse ato desumano? Ele em cóleras olhou firme nos seus olhos e começou a vomitar palavras de desagravo.
- Olha aqui, sua pata velha!... Você pode gritar, chorar e até espernear, que eu vou tirar eles sim! E não esqueça que eu já fiz muito por você.
- Não, não é por mim, é pelos os meus filhos. E o senhor não tem o direito de fazer isso, eu sempre ouvi o senhor falando pelos quatro cantos desse sitio.” Eu amo a natureza,ela é minha vida.” Como pode abrir a boca pra falar que ama a natureza e agora quer destruí-la?
- Há momentos na vida que a gente enjoa rápido, pouco devemos gostar.
- Será que gostar é destruir o que chamamos de preservar? Não, isso não conta! Quem ama cuida, e quem cuida, zela pela sua vida, e a do seu próximo.
Por uns instantes o senhor Joaquim Gonçalves ficou em silêncio, baixou a cabeça e lembrou-se da grande bobagem que ia fazer com uma de suas criaturas.
- Peço que me desculpe, só agora me dei conta que estou sendo desumano, não sei o que passou pela minha cabeça assim que vi seus filhotes . A senhora tem razão, devemos sim, amar a quem nos ama, não maltratar a quem nunca fez mal para alguém, só nos dá felicidade e beleza. Por que destruí-la?
Feliz e aliviada, dona Zanú abriu as asas puxou seus filhotes para baixo de seu corpo.Enquanto o senhor Joaquim afastava-se do chiqueiro. Alguns dias se passaram, e a felicidade estava de volta no Sitio Sonho Encantado. E todos os dias senhor Joaquim era só cuidados.
Trecho do Livro Charlotte,uma pata sonhadora.Será destinado ao público infanto-juvenil.
Autoria: Manuel Lima
É Bom Ser Criança
Eu tenho que aprender
Pra ser um cidadão,
Eu tenho que tá na escola
E aprender a lição.
Ai como é bom ser criança
E manter a esperança
Pra estudar.
Ai como é ser criança
E ter um professor pra ensinar.
Só assim posso aprender
Pra vencer na vida,
Brincar de sonhos reais
Pra eu não ser esquecida.
Só assim posso crescer
E saber amar,
Essa mão estendida.
Que me dá amor
Carinho e atenção,
Me dá cultura lazer
Pra eu ser um cidadão.
Manuel Lima
Pra ser um cidadão,
Eu tenho que tá na escola
E aprender a lição.
Ai como é bom ser criança
E manter a esperança
Pra estudar.
Ai como é ser criança
E ter um professor pra ensinar.
Só assim posso aprender
Pra vencer na vida,
Brincar de sonhos reais
Pra eu não ser esquecida.
Só assim posso crescer
E saber amar,
Essa mão estendida.
Que me dá amor
Carinho e atenção,
Me dá cultura lazer
Pra eu ser um cidadão.
Manuel Lima
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